Parceria e crescimento compartilhado

Parceria de crescimento exige mais do que boa intenção.

Participar do resultado significa assumir responsabilidade junto. Por isso, a MIZO só vincula parte de sua remuneração a indicadores quando existe clareza sobre dados, margem, operação e decisões.

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01O modelo

Uma parte fixa que sustenta o trabalho. Uma parte variável que acompanha o valor criado.

Em toda parceria

Fee-base

Remuneração fixa que sustenta estratégia, implementação e acompanhamento. É o que permite trabalhar no gargalo certo, mesmo quando o resultado leva alguns ciclos para aparecer.

Só para empresas elegíveis

Parte variável

Vinculada ao valor criado acima da linha de base, medida por um indicador auditável, com prazo e teto definidos em contrato. A MIZO não trabalha com revshare puro.

O que é medidoIndicador acordado do cliente — ex.: receita ou margem
Linha de baseResultado medidoValor criadoInícioPrazo do contrato
  • Linha de base
  • Resultado medido
  • Valor criado
Como a MIZO é remuneradaFee-base sempre; parte variável só em empresas elegíveis
Fee-base (fixo)TetoParte variávelInícioPrazo do contrato
  • Fee-base (fixo)
  • Parte variável
  • Teto

Ilustração conceitual, sem valores. Como ler: a parte variável só existe sobre o valor criado acima da linha de base, cresce com ele e para no teto. O fee-base sustenta o trabalho durante todo o contrato, inclusive no período de implantação, antes de o resultado aparecer.

02O que precisa estar definido

Dez pontos acertados antes do primeiro sprint.

  1. 01

    Fee-base

    A remuneração fixa que sustenta estratégia, implementação e acompanhamento — inclusive antes de o resultado aparecer.

  2. 02

    Indicador de resultado

    A métrica que define o valor criado: receita, margem, conversão ou outra, escolhida em conjunto.

  3. 03

    Linha de base

    O ponto de partida, medido antes do início. Sem ela, não há como saber o que foi criado.

  4. 04

    Acesso a dados

    Os números que compõem o indicador, disponíveis na frequência combinada.

  5. 05

    Responsabilidades do cliente

    Decisões, equipe, investimento e prazos que cabem à empresa — por escrito, não subentendidos.

  6. 06

    Capacidade de execução

    A operação precisa conseguir atender a demanda que o crescimento gera.

  7. 07

    Governança

    Quem se reúne, quando e o que decide: comitê executivo e revisões com os sócios.

  8. 08

    Auditoria

    Como os números são conferidos, por quem e a partir de quais fontes.

  9. 09

    Prazo

    Por quanto tempo a parte variável vale e quando o modelo é revisto.

  10. 10

    Teto e regras de saída

    O limite da parte variável e as condições para ajustar ou encerrar o acordo.

03Elegibilidade

Quando o modelo faz sentido — e quando ainda não.

Quando faz sentido

  • Produto validado.
  • Margem conhecida.
  • Dados confiáveis.
  • Time e capacidade operacional.
  • Sócio presente.
  • Métrica auditável.
  • Responsabilidades documentadas.

Quando ainda não faz sentido

  • Dados inexistentes.
  • Margem desconhecida.
  • Operação incapaz de atender a demanda.
  • Liderança ausente.
  • Dependência total do dono.
  • Falta de responsável interno.

Quando ainda não faz sentido, a parceria pode começar só com fee-base. A parte variável volta à mesa quando a operação tiver linha de base e métrica confiáveis.

Sem revshare puro. Sem promessa sem diagnóstico.

Crescimento compartilhado não é promessa de resultado fácil. É um modelo de parceria que exige dados, disciplina, execução e alinhamento entre as partes.

FAQ

Perguntas sobre a parceria

  • O que é crescimento compartilhado?

    É um modelo em que a MIZO pode vincular parte de sua remuneração ao valor gerado. Isso exige dados confiáveis, métrica definida, linha de base, responsabilidades contratuais e governança.

  • Por que a MIZO não trabalha com revshare puro?

    Porque o trabalho de estratégia, implementação e acompanhamento acontece antes de o resultado aparecer — e depende de decisões que estão nas mãos do cliente, como preço, equipe e atendimento. O fee-base sustenta esse trabalho; a parte variável remunera o valor criado quando ele pode ser medido com segurança.

  • Como a linha de base é definida?

    A partir do histórico do indicador escolhido — receita, margem, conversão ou outro —, levantado na fase Mapear e registrado em contrato antes do início. Sem linha de base acordada, não há como medir o valor criado.

  • Quem confere os números?

    A métrica precisa vir de uma fonte que as duas partes consigam verificar, como sistema financeiro, CRM ou notas fiscais. As regras de acesso, conferência e auditoria ficam no contrato.

  • Existe teto e regra de saída?

    Sim. Teto da remuneração variável, prazo, condições de revisão e regras de saída são definidos em contrato antes do início, para proteger as duas partes.

  • Dá para começar só com fee-base?

    Dá. Quando dados, margem ou governança ainda não estão prontos, esse é o caminho. A parte variável pode ser avaliada depois, quando a operação tiver linha de base e métrica confiáveis.

  • A MIZO garante resultado?

    A MIZO não promete resultados sem diagnóstico. Crescimento depende de oferta, margem, equipe, operação, decisão, execução e mercado. A empresa trabalha com método, indicadores, governança e responsabilidades claras para aumentar previsibilidade.

Sua empresa é elegível ao crescimento compartilhado?

A avaliação de elegibilidade faz parte do Diagnóstico de Crescimento. Começa pelo formulário.

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Nem toda empresa está pronta para o modelo — e tudo bem. Dizemos isso com clareza.